sábado, 21 de maio de 2011

STRESS...



O stress nada mais é do que uma reação natural do organismo a situações desconhecidas, é uma bomba, que , quando esplode, deixa o corpo toodo em alerta. Vêm as crises nervosas. As mãos tremem e suam, o coração dispara, as pupilas dilatam.(...)é comum sentir apatia e irritação, não conseguir se encontrar e ter lapsos de memória.(...).



Como stress sempre foi associado ás pressões da vida profissional, os especialistas acreditam que os efeitos do desgaste físico e emocional eram partilhados por homens e mulheres.Um estudo brasileiro mostra; Pela primeira vez, que a realidade pe outra. Q uando tensões do dia-a-dia se acumulam e o organismo dá o seu sinal vermelho, são as representantes do sexo feminino que mais sofrem.(...)Em algumas faixas etárias, a diferença entre os dois sexos é espantosa. Dos 23 aos 45 anos, idade em que a carreira profissional está a todo vapor, o stress afeta quase o dobro de executivos em comparação aos homens, com responsabilidades similar.(...).



Nos últimos anos, a entrada maciça da mulher no mercado de trabalho acabou criando um padrão quase masculino entre elas. Passaram a fumar demais, a deixar de lado as atividades físicas e, por força da agenda, a trocar uma alimentação balanceada pelos fast foods. "Acontece a feminização do infarto".



Quando o assunto é coração, os médicos fazem um alerta severo as mulheres. Acreditava-se que elas estariam naturalmente protegidas contra as doenças cardíacas até a menopausa. Isto por causa da ação do hormônio estrogênio, que ajuda na produção de substâncias vasodilatadoras e consuquentemente, evita o acúmulo de placas de gorduras nos vasos.



É na fase pré-menopausa que mora o perigo. As mulheres modernas vivem num círculo vicioso, em que todos os fatores de risco interagem. Nesse cenário, o stress aparece como detonador do gatilho para o aparecimento de doenças minando a resistência do organismo aos poucos.



A hipótese para explicar a maior incidência de stress em mulheres não tem nada de misterioso. Em crianças, acreditam os psicólogos, isso decorre do tratamento diferente dado pelos pais. Enquanto os meninos brincam mais soltos, as meninas têm de se preocupar com o modo de falar, sentir e agir desde cedo.



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